sábado, 21 de abril de 2012
Libertação
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Otimismo
Na beira do abismo
Escorreguei e caí
Enquanto em queda livre
O nada instalou-se na minha mente
O corpo mais ágil
Encontrou apoio
Olhos abertos, espantados
Enxergam vermelho e verde
Morangos!
A boca ainda apavorada
Saliva com sorriso e expectativa
Nos instintos mais básicos
A essência parte-se em milhões de pedaços ousados
Defesa, ataque, fome, vontade, pânico, alegria, morte.
Enquanto um lado mantém o corpo suspenso no precipício
O outro não resiste e recolhe - que oportunidade! -
Os morangos que só poderiam ser vistos numa queda!
Ah! O doce amargo gosto da vida!
Na derradeira ribanceira!
domingo, 18 de setembro de 2011
Amor de Borboleta
brota inspiração.
Um querido colega disse:
Eu vi sim, o que você fez!
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Lua Crescente
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Lua Minguante
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Felicidade
Se conseguisse sentir tudo de uma só vez
sábado, 11 de junho de 2011
No Mar
Seus olhos inspiram meu canto, que abraçam minha voz.
Me conforta o espírito que já está tão longe de mim.
Só você consegue ler minha alma,
Minha liberdade, minhas idéias e vontades.
Ainda confundo sua forma difusa
Mas é nada comparado a sua aura que me envolve
Que me abraça em ondas suaves e diáfanas
Brilhantes e transparentes, como asas de fadas
É através da sua alma, tão enredada na minha,
Que mergulho no meu ser para simplesmente ter você.
Te abraçar é como deitar numa pedra quente,
Na beira do mar,
E sentir o pulsar do oceano na canção das ondas na areia...
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Desespero

Para aquelas mulheres corajosas que não tem medo de arriscar, de amar, de começar!
Me rendo!
Me entrego nos seus braços.
Me jogo aos seus pés sem remorsos.
Me curvo!
Aqui está meu tudo e meu nada.
Toma-me - sou toda sua!
Sem vergonha, sem culpa, submissa, aprendiz!
Simplesmente nua!
domingo, 15 de maio de 2011
Através da Noite

A luz se apaga
Os pensamentos vagueiam
As sensações preenchem a alma
Um novo momento começa
Um toque, nenhuma palavra, um sentido novo.
O calor do seu corpo chega ao meu
Olhos fechados, mãos se encontram
Desejo, urgência, paixão, entrega
Quero apenas abraçar-te.
Sentir todo o seu amor
Querer-te até poder esquecer-me
Amar-te até fundir-me em você
Dissociar o espírito do corpo
Deixar o tempo desaparecer
Respirar a magia que envolve o ar
Na pele, apenas seu toque.
No meu corpo, apenas seu corpo...
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Homens
Homens e mulheres jamais serão iguais. Por mais que se façam piadas, brincadeiras, textos e estudos, sabemos que um completa o mundo do outro. Sabiamente, foi assim que foi feito... desde o início. Mimi, este é pra vc! Divirta-se!Difícil dizer o todo, generalizado,
quando se tem partes específicas,
tão íntimas, tão singulares.
Adoro a risada.
Nossa! Aquela que sai espontânea,
cabeça jogada pra trás
boca escancarada, pura alegria, descontração.
E a voz? Fico extasiada!
Adoro os olhar, os olhares...
Aqueles que olham famintos, gulosos, semicerrados...
Fantasiando, despindo, desejando
Quando nos abraçam por um segundo a mais, necessário...
Capturam o olhar e o coração
Seduzem, mentem, envolventes
O calor que passam, a segurança,
O cheiro!
Ah, o cheiro de homem é único.
a textura da pele, o formato dos ossos,
dos músculos
Aquele jeito de sorrir torto... só deles!
Quando suspiram, inseguros
pra tentar dizer, de um jeito muito deles,
aquilo que queremos ouvir.
Ah, homens!
Amados, acarinhados, necessários.
Perdidos no nosso mundo cor de rosa.
Quanta sorte a nossa!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Oi
Tava aqui dançando, lembrando de vc.
Seu toque, seus movimentos suaves, seu sorriso.
Nesta dança de sentimentos infinitos, seu perfume
Inebriante, rodopiando nas pontas dos pés
Sorriso no rosto, congelado, olhos nos olhos
E a música embala o ritmo da vida, nos seus braços
Tão acolhedor, tão arrebatador
E rodopiamos, giramos, abraçados
No simples toque das mãos, no corpo, no rosto
Giro pela vida, buscando nos rostos, sua fisionomia
Era tão lindo quando dançávamos
Agora, na ponta dos pés, recordo os passos, sozinha
Sua lembrança segura minha mão, seu amor preenche meu corpo
Continuo dançando, girando em suas memórias, minhas lembranças
Dançamos, abraçados, sorrindo, girando...
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Uma Chance ao Amor

Quando nos afastamos dele perdemos a chance de evoluir, seja qual for a forma na qual ele se apresenta.
Para você, KA.
O grande presente da vida é ser capaz de amar.
Vim dizer-lhe que eu vou dar mais uma chance ao amor.
Sem querer esperar
Sem poder mais pensar
É assim que vai ser
Nos seus olhos o brilho do sorriso
De uma vez mais arriscar
Só desta vez vou fazer de conta que vou recomeçar
Te deitar ao meu lado
Te beijar na madrugada
Me deixar abraçar e deixar você preencher meu coração... mais uma vez!
Tentar os mistérios descobrir
Sentir a magia do encontro
Me escute... darei mais uma chance ao amor
Só desta vez
Não vou me importar em querer saber onde vai me levar
Vou dar mais uma chance ao amor... ao seu amor!
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
An...seios

Pra vc, Nat, com profundo agradecimento por ter atravessado a minha vida.
Se simplesmente fechasse os olhos, voce ficaria aqui ao meu lado para sempre.
Mas voce não está sempre aqui
Tenho que abrir os olhos e ver voce longe de mim.
Longe quando perto
Perto quando seu cheiro me invade a lembrança
E arrasta comigo seu toque ao longo do dia
Longos são os segundos que transformam meus dias em quarenta e oito, setenta e duas, infindáveis horas.
Aí fecho os olhos novamente e sinto voce por toda minha volta
Fique aí, para sempre, fazendo parte dos meus movimentos, em meus an...seios.
Pois só você consegue aplacar minhas confusões e ficar dentro de mim.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Fidelidade
Ontem encontrei contigo depois de tanto afastamento.
Os mesmos olhos, a mesma energia, o mesmo encantamento que me leva a loucura.
E quando te toquei estava em casa, novamente.
E depois de tantas palavras – as mesmas – nos recordamos na cama.
A mesma urgência, a mesma fome, o mesmo gosto.
Não importa quantas voltas teremos que dar
Não interessa quantas pessoas poderemos encontrar
Ontem percebi que existe o que queremos
Hoje percebo que o que se quer é carne e calor
Você, lutando entre fidelidade e sentimentos
Confundindo pernas e perdendo-se na minha boca
Se mistura entre o passado e o presente sem saber o que fazer.
Mas para mim nada mais importa agora
Ontem sozinha na minha cama descobri outro prazer
Foi entender que existo sem você e sou plena.
Foi experimentar você inteiro e saber que posso ir e voltar
Sem reservas, sem promessas, sem tempo
Fiel a mim mesma, inteira.
Poço

O que faz de nós seres diferentes é a maneira de pensar.
E só lá dentro da alma, como um poço profundo, sem fundo, guardamos todos nossos segredos.
E tão bem guardados são que, na maioria das vezes, nos esquecemos deles, e de quem somos.
Então, quais são os segredos que nos afastam do mundo?
Quais os mistérios da aproximação?
Tal como um poço, os sentimentos lá no fundo são obscuros e cheios de duplicidade.
Às vezes apenas um sob o reflexo da luz alguma coisa se revela, tão cheia de sentimentos e traições que caímos no afastamento, no medo da solidão.
E vamos vivendo um dia após o outro, e a vida vai indo embora, caída, vazia, dentro do poço da alma.
De vez em quando me pego esperando e pensando em você, vezes sem fim, olhando pra baixo, apoiada na beira do poço.
A escuridão se mistura com reflexos do passado e aos traços do meu rosto.
Totalmente disforme, sem identidade.
Será que ainda vamos nos arrepender daquilo que não fizemos?
Arrependimentos são lições que ainda não aprendemos?
E mais um dia deita sua luz nas sombras, misturando todas as imagens em cores inenarráveis, levando tudo para o fundo do poço.
Enquanto o ciclo da luz e sombra é infinito, continuamos cheios de segredos, nos pensamento, nas palavras, nas ações tantas vezes inexplicáveis.
Mesmo assim observo a vida, olho nos olhos de cada um, escuto os sons que saem de suas bocas para tentar explicar tanta solidão.
E no momento que observo você inclinar a cabeça e escurecer o sorriso no canto da boca, eu me pergunto – onde estão as respostas?
São coisas que sempre fazemos e lições que nunca aprendemos!
Por fim, misturamo-nos a poeira no por do sol
E nos recolhemos ao fundo do poço, novamente.
domingo, 29 de agosto de 2010
Nuances

As sombras aparecem e a luz se dissipa.
Tenho tanto para andar!
O caminho se alarga, a escuridáo me alcan;a.
Os pensamentos sáo meus companheiros junto com os sons difusos, sombrios.
Lembrar é o que me resta.
O perfume, a voz; sua essência me invade, é difícil respirar.
Sinto por tudo que fiz.
Lamento o que não pude fazer.
Quando a noite me alcança, sou um com ela.
Camuflado e sem destino.
Perdido no meu próprio desejo.
E mais uma vez sinto não ter insistido.
Agora, se pudesse, largaria tudo e embarcaria nela.
Permitiria me levar pela nuância do desconhecido
Navegaria sem rumo, nos braços dela.
sábado, 14 de agosto de 2010
O Amor na Janela
Quando ela apareceu na janela a cor do dia mudou
seus encantos bordados de azul, amarelo, vermelho - puro nectar para os sentidos!
E seus cabelos, quanto charme! Se moviam no mais leve movimento.
E o perfume espalhou pelo ar trazendo o sorriso maroto, secreto - ela amava!
E de par em par abriram-se as janelas do coração para o amor sair.
Sair? Ah, sim! Pois quando se ama espalha-se essa energia impossível de reter, e sai por todos os poros, flui exageradamente.
E quando ela se debruçou na janela podia-se ver a curva suave e sedutora de seu peito através do decote... subia e descia com sua respiração profunda, com as batidas do coração animado, ansioso pela vida - que visão linda!
Na janela, seu olhar percorria a rua sem ver nada em particular.
Os transeuntes é que recebiam este presente, esta pintura viva, com pinceladas multicoloridas da paixão onde se via perfeitamente que a vida é feita de pessoas, e pessoas são feitas para amar. O quadro do dia - o amor na janela!
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Escolhas

Quantas vidas serão necessárias para entender o espírito?
Ir e vir neste mundo as vezes cansa, e desistimos.
Não importa o tipo de contrato que fizemos, é quebrado.
Não interessa o pacote acordado, simplesmente ignoramos... e desistimos.
As escolhas são outras, o tempo é diferente.
Quem disse que tudo passa?
Grande mentira.
Fica tudo registrado, encrustado, tatuado na alma.
E carregamos tudo como se fossemos grandes baús sem fundo.
Fica tudo lá dentro guardado e trancamos, ninguém quer saber o que temos lá dentro.
Interessante nos sentirmos tão sós com tanta gente a nossa volta.
É que somos todos grandes solitários.
Cada um de nós, grande universo, solto, flutuando sozinhos no espaço.
De vez em quando esbarramos num planeta diferente... ou as vezes não temos esta sorte.
Solidão nos acorda, a depressão nos invade, e o cansaço novamente nos desliga de tudo.
E desistimos.
Afinal, isto também é uma escolha - desistir!
Cortamos os pulsos, atiramos na cabeça, tomamos veneno.
As escolhas são tantas que parece tão fácil sair da vida.
E realmente é.
Criatividade que não falta para achar a porta de saída.
Difícil vai ser achar a porta de entrada.
O melhor mesmo é não julgar, não querer saber se foi certo ou errado, nem procurar justificativas.
Deixa assim.
Cada um sabe sua dor.
Cada um sente como ninguém vai sentir.
Nem meras coincidências, nem meros acasos.
Até o livre arbítrio já estava escrito.
E assim cada um deixa este mundo da maneira como escolhe, ou como foi escolhido antes, no contrato.
Ah, como somos ignorantes!
No fim, tudo dá certo!
Se não deu, é porque ainda não chegou ao fim.
Quer saber?
Quem te disse que existe fim?
domingo, 18 de abril de 2010
No Azul do Mar

Chegam silenciosos e deixam suas marcas por onde passam.
Nós os alimentamos e nos acostumamos com sua presença.
Trazem boa energia e nos fazem parecer crianças,























